Mudei...

...estou no outro Blog!!!

Novo Blog!



Pediram-me para colocar este post a indicar o meu novo Blog… Aqui está ele. Basta clicar neste link: http://aparentementeseibloggar.blogspot.com/

Lá estarei…




Tinha que existir um ultimo desafio... e um ultimo "mimo"


Sou um coração mole…

Existe melhor coisa do que ter Amigos?

Ao terminar este Blog , inúmeros ( A )migos deixaram comentários, enviaram mail’s, ligaram-me (só não me vieram bater à porta) a pedir para que não o fizesse.

Mas pelos motivos que descrevi no post anterior tive mesmo que o fazer... faz parte de uma mudança que preciso mesmo de fazer em mim.

Mas depois de tanto me terem dado na “cabeça”, de tantos pedidos e principalmente de tantos carinhos recebidos… cedi!

Continuo a ser o Moonwisher, apenas o MoonwisherBlog terminou.

Ao fazê-lo fui desafiado ( já sabem que é o meu ponto fraco ) em criar um novo Blog…

Pois bem… como não consigo dizer NÃO a um desafio… por isso aqui o têm:

“Aparentemente sei… bloggar”

Este será o meu novo Blog… será diferente.

Este novo Blog está cheio de “Madrinhas” , donas de Blogues em quais eu me viciei… são elas as principais responsáveis:

http://espelhomeureflexonosso.blogspot.com/

http://pensamentosperdidos-palavrassoltas.blogspot.com/

http://almasemcor.blogspot.com/

http://majolices.blogspot.com/

A todos os outros que se manifestaram, quero dizer que continuarei a visitar os vossos “cantinhos” como sempre fiz.

A todos o meu obrigado…

Moonwisher  ( Paulo Benza )


Não posso deixar de colocar aqui o último "Mimo" para o Moonwisher Blog, ao qual não fiquei indiferente... nada mesmo...


Obrigado "Madrinha"...lol

Está decidido...



Baixo a mão e desisto…

Não há razões para lamentar
Poderão até comentar
Mas sou eu que insisto
Baixo a mão e desisto
É hora da caneta pousar.

Muito li e escrevi
Neste espaço que criei
Muitas horas lhe dediquei
Muito bons momentos eu vivi

E por aqui fiz amizades
Criei lealdades…
Confessei amores e desamores
Descrevi várias dores
Cheias de dissabores

Mas também muito contei
Neste blog que agora acaba
Algumas coisas confessei
E de todas lembrar-me-ei
Que a memória… não apaga.

Tudo o que escrevi…
…senti…
…vivi…
…muitas pessoas conheci…
Mas desisti.

O facto de acabar
Não significa morrer
Mas sim um novo iniciar…
…um novo começar…
…um novo nascer!

Saudade...
Sim… saudade eu vou ter
De quem se deu a conhecer
De muitas palavras dedicar
A quem fez por merecer…

Estou feliz por o ter começado
e por muitas palavras receber
mas vou sem compreender
se para quem o comecei a escrever
chegou a perceber
o seu significado.

Um adeus não é certamente
Muito embora terminado
E de uma coisa vou ciente
Vou feliz e contente
Por o ter começado

Mas também levo tristeza
Isso levo de certeza
E por o ter acabado.

A todos os que me visitaram
e a todo o comentado
fica o abraço sentido
e o beijo prometido
e principalmente o meu “Obrigado”

Termina aqui aquele que foi o meu “cantinho de desabafos”, que ao longo de 6 meses dediquei o tempo que não tinha.

Partilhei aqui convosco todas as minhas alegrias, algumas vitórias, aqui verti as minhas lágrimas enquanto escrevia as mais belas ou parvas declarações de amor, aqui chorei ao despedir-me imensas vezes de um amor antigo, aqui vos dei a conhecer a minha história, um pouco da minha vida e da minha personalidade. Hoje tomei uma das decisões mais difíceis para mim, que foi de encerrar este meus espaço, onde recebi todos de braços abertos.

Agradeço todos os comentários que desde 18 de Novembro de 2008. Agradeço também aos quase 4000 visitantes que leram todas as parvoíces que me deu para escrever.

Agradeço-vos do fundo do coração…

Fiz muitos amigos por aqui, alguns dos quais para a vida toda, muitas pessoas quiseram conhecer-me melhor e chegamos a conversar pessoalmente, mas hoje todos eles devem de entender que existe um momento certo para tudo, por isso chegou o momento de virar a página e fechar este livro!

O Moonwisher deixa de “postar” mas continuará a escrever, sempre que tiver um pedaço de papel… seja num banco de jardim, seja na mesa de um café ou mesmo no metro…

Sei que devo a alguns de vós uma explicação aceitável:

Procurei muitas vezes, nestas páginas soltar as lágrimas, as palavras, a dor, que nem um verdadeiro amigo consegue entender. Muitas vezes escrevemos declarações de amor, na ânsia que a pessoa que amamos as possa lêr, entender e regressar! Tantas vezes eu sonhei!

Por vezes usamos este nosso cantinho para chegarmos ao coração de alguém, uns com êxito, outros não! Embora não tenha chegado ao coração de quem queria, tenho a certeza que cheguei ao coração de muitas outras… e isso faz com que este Blog tenha feito sentido!

Continuem a sonhar, pois o sonho comanda os nossos corações.

Para todos vocês, aquele abraço sincero, aquele agradecimento de coração.

Espero que, ao terem-me acompanhado durante este tempo, tenham percebido, que independentemente da nossa forma escrever… existe sempre alguém que as lê… e que pode tocar no seu coração.

Uma palavra para todos os amigos, colegas, visitantes, mas sobretudo para todos os blogueiros que se cruzaram comigo!

Obrigado!

Até sempre….

Moonwisher

(Paulo Benza)

14 de Maio de 2009

Lisboa... sem plágios!

Cidade com sete colinas

Que cantas o fado ao anoitecer

A muitos poetas ensinas

A verdadeira forma de escrever

 

Cravada a pedras da calçada

Casaste com o Tejo junto à foz

Tu que nunca estarás calada

Alguém te dará sempre voz

 

Dizem eles lá no norte

Cidade moura de confusão

Tomara eles terem a sorte

De sentir esta paixão

 

De ti todos falam

Até aqueles que não te conhecem

Mas em teus braços embalam

E os que passam não te esquecem

 

Sou Lisboeta apaixonado

Desta cidade onde nasci

Eternamente enamorado

Desta cidade onde eu cresci

 

(Dedico estes versos a Rogério Martins Simões pelas desculpas trocadas e por amar tanto a mesma cidade que eu)

P.S. Tanto o texto como a foto são da minha autoria.

Verdadeiro!

O caminho que eu escolhi é o da sinceridade…
Não importam as dores, as angústias, nem as decepções que vou ter que encarar... Escolhi ser verdadeiro!

Nas relações que tive sempre fui sincero, tanto na amizade como nas outras.

Nunca fui simpático só por ser… Nunca fui sorridente só para agradar…

Nunca estive por estar… mas principalmente nunca disse que amava só porque soa bem!
Nos meus relacionamentos, o abraço é apertado, o aperto de mão é sincero, o beijo é sentido, o carinho é oferecido e não comprado, o olhar é sincero e nunca desviado.

Sempre prezei os Amigos e nunca os abandonei, principalmente quando eles erraram, porque foi nessas ocasiões que eles mais precisaram de um Amigo.

E é nessas alturas que se vê aqueles que são os verdadeiros Amigos… aqueles que nos ralham e nos chamam a atenção quando fazemos “merda”… e não aqueles que só ligam quando tudo está bem.

Será que eu tenho uma maneira peculiar ou errada de “ser Amigo”?
Não estranhes se eu me emocionar com a tua história…
Se eu chorar junto contigo!
Afinal de contas, sou um ser humano, que fez a opção de ser verdadeiro.

É assim que eu vejo a vida!
É só assim que eu acredito que vale a pena viver…
Com sinceridade!
Com verdade e com sentimento!
Pois quem ama vai além das ilusões... e das desilusões!

Para além de (ainda) amar uma pessoa… acima de tudo amo os meus amigos… por muito poucos que tenha… e agora sei quem são… e que são verdadeiros!

A minha avó um dia contou-me uma história (tinha eu os meus 5 ou 6 anos) mas nunca me esqueci da parte da história que dizia assim:

“… então o Amor pergunta à Amizade:

- Oh Amizade… mas para que é que tu serves se o eu, o Amor, sou a melhor coisa que existe?

A Amizade responde:

-Sirvo para sarar as feridas e limpar as lágrimas que tu fazes cair.”

Qual é o mais importante?

Existirá Amor sem Amizade? Não!

Mas poderá existir Amizade sem ter que existir Amor!

Não baralhemos as coisas.

MOONWISHER

Pegadas de solidão

Sinto os paços da solidão
deixando profundas pegadas
Que no meu íntimo cria ciladas
bem dentro do meu coração.

Traz confusões à minha mente
Ilude toda a sanidade aparente
de uma alma ainda carente.

Traz lembranças equivocadas
De palavras nunca encontradas
De sentimentos que jamais senti.
De uma vida que ainda não vivi.

Traz medo ironico à mente.
Medo de uma solidão imune
Que com um passado impune
triste esconde-me o presente.

Medo infame sem compaixão
Atirando-me para o fundo
De ódio inconscinte do mundo.
Deserto lúgubre de solidão.

As lágrimas tocam a areia
E toda felicidade efêmera passeia,
Longe do meu peito ferido,
De um chorar intumescido.

Se em ti penso nesses dias
Apenas terei fugido
De um deserto enfurecido
Que de lágrimas afogou utopias.





Um desafio diferente... arrojado!

As pessoas que me conhecem sabem perfeitamente que não consigo resistir a um desafio.
Talvez por saberem isso, passam a vida a desafiar-me, a colocar mil e um desafios, uns mais parvos outros bem mais sérios… tal como este que acabei de aceitar: Escrever um romance!
Ora, para quem não é escritor e para quem sabe que não tem muito tempo vago para escrever, este é um desafio muito… muito difícil… e por ser difícil aceitei… só por isso.
A introdução está feita...
 
“””Abel, um actor proeminente, morreu na noite passada devido a complicações por ter perdido a sua alma gémea.
Ele tinha 35 anos de idade.
Abel nunca se mostrou como um romântico perdido.
Mas nos últimos dias da sua vida, ele revelou um lado desconhecido da sua psicose.
Esta pessoa oculta com características únicas... surgiu durante a perseguição ao estilo de Ágata Christie, pela sua alma gémea uma mulher com que ele apenas passou umas horas preciosas.
Lamentavelmente, a longa busca terminou no sábado á noite... num absoluto e completo fracasso.
E contudo, mesmo na derrota, o corajoso secretamente agarrou-se á crença... em que a vida não é meramente uma série de coincidências e acidentes sem sentido.
Mas em vez disso é uma tapeçaria de eventos... que culminam num esquisito plano divino.
Interrogado sobre a perda do seu querido amigo, Daniel, ganhador de um prémio Pulitzer, autor e editor executivo de uma revista portuguesa de negócios, descreveu o Abel como um homem mudado nos seus últimos dias de vida.
"As coisas tornaram-se claras para ele," afirmou Daniel.
No final, Daniel concluiu que para viver em harmonia com o universo, todos nós devemos ter uma fé poderosa naquilo que os antigos diziam chamavam de "fatum," ao que hoje em dia nos referimos a destino.
A história de um homem apaixonado, que procura aquela a quem chamamos de Alma Gêmea!”””
 
Vamos lá ver então onde isto vai dar!!!

P.S. Aceita-se ideias!

                                                                                                                                                     Moonwisher

Momentos de solidão


Punhaladas de solidão
atravessam o meu coração.
Noites passadas
a vaguear pelas ruas,
imagens guardadas,
imagens nuas.
Amanheço sozinho
num qualquer recanto,
procuro o caminho
sem calar o meu pranto.
Ninguém me ouve…
Ninguém me vê…
Na minha vida a solidão entrou
sem saber porquê.
E no seu recanto poisou,
em horas amargas
na minha mente encontrou
lembranças cruas…
lembranças tuas,
que atravessam o meu coração
nestes momentos de solidão.


Hoje parei… sonhei!



Hoje parei… e sonhei!
Lembrei e recordei
momentos passados
amores perdidos,
tempos esquecidos,
amores acabados.
Recordei caras antigas
velhas cantigas
e corpos deitados.
Recordei beijos molhados
paixões ardentes
corpos quentes
juntos deitados.
Recordei as noites frias
olhei fotografias,
senti nostalgias
de olhos molhados.
Hoje…  parei e pensei!
Sim… eu sei… não devia…
mas sonhei!



Disponivel...é oficial!!!


Estou oficialmente “disponível”

Chega de desilusões!


Cada passo

Cada dia um passo…

Cada passo, uma pedra

Cada pedra, um pedaço de tempo

e um tempo, um pedaço de nada.

Feito de nada, vagueio no pensamento

e tento encontrar a minha estrada.

O som de uma voz lonjura,

chama por mim através do vento…

Transbordo sentimentos…

Cálices de emoções derramados

que num ontem da vida bebi.

Esperanças quebradas,

momentos sofridos,

corações quebrados,

que a história contém.

Começam e acabam,

em vazios cheios de nada.

E do nada escrevi palavras…

E nas palavras cresci.

Pode o sonho e a inspiração

criar rosas sem espinhos?

Pode o sonho cantar

os meus fados com emoção?

Pode o sonho beber da fonte

de onde eu escrevi?

Sim… pode sim.

Liberto a alma anunciada,

abraço com o olhar quem chama por mim…

Choro cada lágrima salgada

sobre os momentos amargos que sofri.

Tenho o coração magoado pelo tempo

e por sentimentos que vivi.

Escrevo pela calada

e observo a tinta que desliza

nos poemas que escrevo por inocência…

e não por demência.

Apenas sonho…

E são sonhos para concretizar,

porque estou cansado…

Cansado de te recordar…

Quero nascer e renascer…

Quero viver e reviver

tudo o que possa fazer

para te esquecer!”

MOONWISHER

Alguém quer vir?

Hoje vou sair... beber uns "canecos"... talvez jantar... alguém quer vir? (não queria ir sózinho)
mail me... ;)

Sinto falta...

Sinto falta do perfume,
sinto falta do olhar perto do meu,
sinto falta dos abraços.
Sinto falta dos lábios a tocarem os meus,
sinto falta da companhia,
sinto falta de algo em mim…
…mas não sinto falta de ti…mas sim de alguém…
que me ame... de verdade.


                                                             

Será de ti que irei recordar...

Perdi-me de ti
Tive noites sem fim
Onde vagueei sem destino
Num verdadeiro desatino
Foi duro mas foi assim.
 
No escuro dos meus aposentos
Escrevi sobre sofrimentos
Olhava o céu
Imaginava-te envolta num véu
E adormecia em pensamentos
 
Ilusão… sim, ilusão.
Essa foi a minha conclusão
E mais não insisto
Por isso desisto
Mas não foste desilusão.
 
Contigo deu para aprender
Que amar não é só querer
Temos que dar
Temos que partilhar
E sobre tudo compreender.
 
Ao longo da vida irei te levar
De ti irei lembrar.
Se uma relação acontecer
E o amor aparecer
Será de ti que irei recordar.


Domingo...

Caminhando pelas ruas
Neste domingo solarengo
Pensei na minha vida
Procurei algum sossego
*
Levanto os olhos e vejo o futuro
Limpo as gotas que escorrem pela cara
A dor de ontem já ficou para trás
A dor de hoje aos poucos sara
*
Entre sonhos, desejos e aprendizagem
Sinto temperada a minha personalidade
Sigo um futuro feito à minha imagem
Quero vivê-lo enquanto passo a idade
*
Sonhos leves como o pó no ar
Que me seguram à realidade
Não se atrevem a me passar
Apenas a ideia da felicidade
*
Desejos fortes e destemidos
Faz-me lembrar o recente passado
E de todos os momento vividos
recordo alguns com muito agrado
*
Aprendizagem acumulada
Em memória quase vazia
De uma paixão assolapada
Para fazer o que queria
*
E tudo o que vejo e sinto
Não é passado nem presente
É apenas um de muitos futuros
A que não sou indiferente

(Nunca é tarde para traçar novos caminhos, fazer novos projectos. Por muito que já tenhamos sofrido, por muito que tenhamos batido no fundo... é sempre boa altura para recomeçar... é o que estou a fazer...)

Já à muito que não me provocavam...

A Ilya… que não sabia desta minha tara por desafios colocou este lá num dos blogues dela… Não consigo resistir… terá cura?

 

1º - Nome? – Paulo Fernando

2º - Porque lhe deram esse nome? – Longa história… era para ser António Maximiano (matava-me assim que soubesse ler)… depois vieram as mulheres… a mãe e a avó queriam Paulo… e o pai queria que eu tivesse o nome dele… e lá chegaram a um acordo… Paulo Fernando.

3º - Você faz pedidos às estrelas? – Faço… muitas vezes.

4º - Quando foi a ultima vez que chorou? – Não foi à muito… as saudades são muitas… e não tenho visto muitos filmes...  ; )

5º - Gosta da sua letra? – Nunca gostei! Tenho uma letra horrível… nada mesmo.

6º - Gosta de pão com quê? – Vamos lá ver uma coisa… Pão é Pão! De preferência Alentejano ou de Mafra… muito mal cozido… cheio de farinha… e acabadinho de fazer!... É necessário colocar alguma coisa? Adoro pão com pão!!!

7º - Quantos filhos tem? – (Que eu saiba) Tenho um… e que é o que mais de importante tenho na vida!

8º - Se fosse outra pessoa, seria seu amigo? – Tenho a certeza que sim!

9º - Saltaria de Bungee-Jumping? – Outra vez?... Vamos lá!

10º - Desamarra os sapatos antes de tirá-los? – Apenas uns que não dá para descalçar sem desapertar os atacadores!!!

11º - Acredita que é uma pessoa forte? – Acredito? Tenho a certeza… ainda cá estou… não estou?

12º - Gelado favorito? – Carnaval de Morango (Olá)…devorava agora um…

13º - Vermelho ou preto? – Depende… as duas para decorar a casa… o preto para vestir e o vermelho para adorar (SLB)

14º - O que menos gostas em ti? – O constante erro de me apaixonar pelas pessoas que não me merecem.

15º - O que mais gostas em ti? – A minha entrega aos amigos…

16º - De quem sentes saudades? – Do meu filho... e já são tantas!

17º - Descreve que tipo de roupa estás a usar agora - Calça de ganga, ténis-sapato cinzentos, camisa azul e pólo azul e cinzento.

18º - Qual foi a ultima coisa que comeu hoje? – Kinder Delice….4!

19º - O que está escutando agora? – O mentiroso do suposto engenheiro que dizem ser o nosso primeiro-ministro!!! (Noticias na TV)

20º - A ultima pessoa com quem falou ao telefone – Com o meu filho.

21º - Bebida favorita – Coca-Cola… sou Coca-coladependente e não preciso de ajuda!!!

22º - Comida – Arroz de pato e Choco frito… aquele de Setubal!

23º - Ultimo filme que viu no cinema e com quem – “Valkyrie” e sozinho.

24º - Dia favorito do ano – 17 de Agosto

25º - Inverno ou Verão? – Verão…sem duvida mas também gosto do inverno se tiver uma lareira por perto!

26º - Beijos ou abraços? – Muitas vezes um abraço faz bem melhor do que um beijo mas adoro beijar!

27º - Sobremesa favorita – Gelado… e café!

28º - Que livro está a ler? – De momento nenhum… não há dinheiro…lol

29º - O que tem na parede do seu quarto? – Um pano enorme pintado à mão com o Sol e a Lua…

30º - Filmes favoritos – “Butterfly effect”, “Crepúsculo” e “A praia”!

31º - Onde foi o lugar mais longe que já foi? - Tailândia

32º - Musica favorita – Tantas… mas tantas… depende do estado de espírito!

33º - Uma frase – Duas… tem que ser:

"A amizade não está onde muitos procuram,

mas sim nos gestos sinceros que poucos encontram"

"Tenho o costume de querer tirar da cabeça

 aquilo que me está no coração"

 

É claro e como de costume convido todos os meu seguidores a aceitarem este desafio.

...Obrigado!


Há um segredo bem guardado...

Há um segredo bem guardado
Negro, escuro, imundo
Que é do conhecimento
De todos os poetas do mundo

O segredo não é escondido
Está escrito, publicado
Deixamos as pistas ao vento
Para quem seja chamado

A tentar, como nós
A escrever os sentimentos
A descrever em palavras
Cada um dos seus momentos

Mas sabemos que é falso
Tudo aquilo que escrevemos
Não são simples sentimentos
Apenas memórias que revemos

E o poema resultante
É um exercício mental
Não apenas de inspiração
Mas inspirado afinal

E o tormento dos poetas
Que toda a sua vida revive
É a noite, a paz, a calma
Em que o medo reside

E o medo, sentimento mau
Não é um monstro horrendo
Mas os pensamentos estranhos
Que vivemos temendo

As dúvidas, as incertezas
Os melhores e piores momentos
Revivemos constantemente
São os nossos tormentos

Tentamos ocupar o cérebro
Música, rádio, televisão
Tudo o que evite pensar
Até serve a exaustão

Um poeta ama a vida
A sua, e a dos outros
Não por se sentir mais vivo
Mas para não se sentir morto

E temendo a paragem,
A calma, a paz, essa viagem
Continua sem rumo certo
Sentindo apenas uma aragem

Dos momentos que passaram
Das felicidades vividas
Dos temores que nos rodeiam
Das oportunidades perdidas

E dormindo sem sonhar
Ou, pelo menos, não se lembrando
Uma alma atormentada
Vai caindo no engano

É o tormento dos poetas
Reviver o mundo frio
Atravessando assim a vida
De fio a pavio...

(…não sou poeta apenas tento transmitir o que sinto ao escrever… na falta de companhia uma folha branca ou outro qualquer pedaço de papel é o meu escape… e escrevo os meus desabafos… sobre alguém mas para mim, para vocês e para quem os quiser ler…)

Obrigado  a todos…sem excepção!

Pudesses tu ver...


Queria que sentisses a dor que sinto
quando a tua ausência é escura e fria...
talvez pudesses perceber o que pressinto
à noite na margem amarga da ria.
.
Pudesses tu ver o que resta desta alma
quando chora lágrimas de tanta loucura
talvez pudesses perceber por entre a calma
o frenesim deste sentimento sem textura.
.
Pudesses tu nadar neste sangue fervente
quando me lanço neste escrever apressado
talvez pudesses perceber como é demente
esta sede imensa de te ter a meu lado.
.
Pudesses tu sonhar a dimensão deste amor
quando me deito e acordo para me levantar...
terias uma insónia infinita com dor
para que assim sentisses como é o meu amar.

 

"Por mais palavras que escreva, por mais reflexões e apontamentos que faça, há sentimentos e sensações que se resumem em tão pouco… e como o “tão pouco” pode ser tanto para alguém!"

Não me punas...


Tive um amor… um amor estranho
Guardei-me nesse sentimento clausivo
Fechei-me como se não tivesse mais tamanho
Perdi-me de mim e já nem sei se vivo.

Se vivo não amo a quem conheço
e choro o choro mais inacabado
Mas de tudo o que mais padeço,
é dos momentos que me iludi em ser amado.

Amei-te verdadeiramente… foi o que fiz
e agora, com feridas e o peito já fechado
sou coração magoado, que busca em ser feliz.

Não me punas, amei porque me encantou
Não foi culpa minha, os meus olhos assim o quiseram 
o que fizeste muito me magoou
mas eu sei que foram os meus que te amaram.

(Relembro de que alguns textos não refletem o meu estado presente)

Não!

Não!

Esta é a resposta que tenho para ti…

Não… não procuro momentos… não procuro devaneios e muito menos “passatempos”… para isso tenho o Sudoku!

O que eu procuro é alguém que se preocupe, que partilhe, que respeite e que me aceite como sou e com o que tenho!

Nunca brinquei com os sentimentos de ninguém... por isso agradeço que não brinques com os meus!

(Está dado o recado…)

35...

35…

Já sei… já sei…

Idade para ter juízo… não há meio… é mais forte do que eu!  ; )

A todos os que se lembraram o meu “Obrigado” do fundo do coração!

(19 de Abril de 2009)

P.S. (Prenda? Bilhete para o concerto dos Xutos & Pontapés, dia 20 de Abril no Salão Preto e Prata do Casino do Estoril oferecido pela mana mais querida que tenho (só tenho uma também) ... aceita-se companhia"

O meu dicionário emocional...


Viver
Verbo estranho sem significado
Cujo sentido procuramos toda a vida
Até concluir que o que é feito
Conta menos que a própria ida.

Prazer
Pequeno momento sentido fortemente
Em que cada um parece sem igual
Por ele há quem diga que fica demente
Outros dizem que é apenas normal

Amor
Substantivo que escapa à descrição
Apesar de ser, sem dúvida, o mais definido
No entanto tentamos captar a ilusão
De um estado etéreo que só é vivido.

Ciúme
Nome dado ao lado negro da paixão
A sua base é sem dúvida a insegurança
De quem ama mas não tem razão
Para achar que merece a confiança.

Amizade
O mais temido termo dos apaixonados
Vista como o prémio do perdedor
Poucos reconhecem a verdade
Que é apenas mais uma forma de amor.

Esperança
Acompanha todo o apaixonado
Em particular o não correspondido
Esperar é o seu dia a dia,
O seu pecado,
É do seu tempo banido.

Coração
Orgão que reage ao exterior
Como quem sente tudo o que se passa
Confundem-no com o órgão do amor
Como se fizesse tal trapaça.

Sonho
Quando a realidade não chega
Só nos sobra sonhar acordado
Algo etéreo, amado, singular
Sonhar que se é amado.

Noite já passada

Com a noite já passada
E uma mensagem mal sentida
Finalmente atinge meu ser
O coração que se desfez
Dou conta da sua dor

E por este coração partido
Escorrem lágrimas que conspiro
Para não deixar fluir
E em palavras me escondo
Em sentimentos repisados
Para não me deixar ir

E ao refúgio dos sentidos
Ignorando uma vida
Sinto a saudade perdida
De amores nunca entendidos
E muito menos esclarecidos

E na falta dos pequenos gestos
Do combate à solidão
Sinto encherem-se os olhos
De quentes e doces lágrimas
Vertidas de um coração

Se valeu a pena amar?
Nada pode dizer que não.
O sentir que sinto a falta
Merece o custo da alta
Paga que pede por si.

Escondo-me de mim mesmo
Passo pelos dias a correr
Entre enlevos e segredos
Coragens fracas e medos
Espero um dia perceber
Que raio faço aqui…

Abraço precisa-se...

Custa viver uma vida com tantos problemas á nossa volta e não sabermos por onde devemos ir…
Custa imenso sentir uma solidão avassaladora e mais ainda quando não podemos fazer nada por aqueles que mais gostamos e sentimos o mundo a fugir aos nossos pés...
É difícil acordarmos para a dura realidade que é a vida...
Dói sentir que um dia tivemos tudo, hoje não temos nada...
Dói-me tanto a alma. Os meus olhos já nem lágrimas têm para me acalmarem a dor. Choro então pedaços de nada. Um nada que me mora nos olhos e me sufoca lentamente...

[Hoje um abraço apertado, e o silêncio de alguém que me conseguisse entender, faria todo o sentido...]

Caminho pela noite fria...

Caminho pela noite fria...
Procuro os cigarros…
as folhas escrevinhadas…
as que estão manchadas…
de saudade e de dor!
Caminho pela noite fria…
Procuro motivos para sorrir...
um bar, uma bebida, uma companhia,
ou quem sabe um fado para ouvir!
Caminho pela noite fria…
e numa esquina… faminto de amor…
penso em ti…
e choro escondido!
As lágrimas surgem
chegam aos meus olhos
para os humedecer…
porque esta noite…
trás lembranças...
que nunca irei esquecer!

Qual a parte que não entendeste?

Um dia escrevi este texto para ti… qual a parte que não entendeste?

(texto escrito a 03/08/2008)

“Sou feito de sentimentos, emoções, de luz, de amor. Sou a voz que tu ouves quando pedes um conselho, sou quem te toma nos braços quando necessitas, talvez, agora, enquanto lês estas palavras, eu esteja aí, ao teu lado, olhando dentro dos teus olhos como quem quisesse ver o que teu coração demonstra, mais tarde... à noite, quando tu te deitas... sou quem aninha os teus sonhos sentado ao teu lado esperando que adormeças... dizendo que tudo vai ficar bem. Se ao menos tu pudesses-me perceber, se notasses o que sinto ao teu lado... basta tu quereres, basta por alguns instantes esqueceres os teus problemas, fechar os olhos, como se nada mais existisse, e me deixes chegar perto de ti... te abraçar... sentires o meu coração bater ao compasso do teu... sentir que não está sozinha, nunca estiveste! Apenas esqueceste de olhar mais com os olhos do teu coração... então abre os olhos... vê os meus... conhece-me. Quem sou eu para te pedir para que me notes? Apenas uma pessoa que se deixa levar pelas suas emoções, que desconhece o que é errado... que se entrega, que se rende... vagueando por estrelas, nuvens, pelo céu escuro da noite... a pensar em ti, despertando o amor, o anseio de estar contigo, sentado em qualquer lado olhar para ti... observando-te... deixando, às vezes, uma lágrima invisível cair... lágrima essa que, não pode fazer nada mais do que apenas te ver... sentir sem te poder tocar. Manifestando através de pequenas coisas, como um sorriso sincero nos lábios de alguém que tu não conheces, o toque de uma criança a fazer-te um carinho, palavras escritas nas páginas de um livro que te chamam atenção, palavras que mexem e emocionam o coração ditas do nada, como um sussurro no teu ouvido... e já diz a frase: “…e se um dia uma brisa leve e suave tocar no teu rosto, não tenhas medo, é apenas minha saudade que te beija em silêncio.” Nós humanos temos um hábito muito peculiar de julgar os nossos semelhantes pela sua aparência, de rotular pessoas as quais nunca vimos... apenas pelo modo como ela se apresenta... porém, consigo ver em algumas o que realmente são... e assusto-me algumas vezes em como podem os humanos deixar-se levarem por embalagens, por invólucros... deixam de ter muitas vezes ao seu lado verdadeiros tesouros, amizade sincera, lealdade, companheirismo... simplesmente por não terem gostado do rosto do indivíduo. Imagina uma roseira cheia de espinhos, ninguém acreditaria que dela pudesse nascer uma rosa tão bela, sensível e delicada. É do interior que nascem as flores. Pude conhecer o teu interior... e me deparei com uma flor linda... e com muitas qualidades. Preserva-te assim... muitas vezes é melhor sermos o que realmente somos... a viver como as pessoas acham que deveríamos ser... Não existe ninguém melhor, ou pior que ninguém... apenas diferentes umas das outras e essas diferenças são o que mostram quem realmente tu és. Fico assim... a dizer coisas que me aparecem dentro do peito, contando o que se passa em mim, como se estivesse a desabafar... pois fomos feitos para cuidar dos outros... e quem cuidará de nós? Continuarei aqui... meio que escondido, a teu lado, olhar-te, a sentir-te... esperando para que um dia tu deixes o teu coração "olhar" e me ver... daí, enfim, poderia eu mostrar o quanto tu és especial para mim. Um poema deixado no ar, palavras implorando para viver como uma estrela que o dia não vê e que espera a noite chegar para se poder mostrar, a canção de amor que sai da tua boca... são as coisas que sempre sussurro ao meu coração, tento traduzir emoções que nunca senti antes, algo realmente novo para mim, atracção, paixão, amor, algo especial... sincero... verdadeiro.

Tudo isto por ti…porque estou disposto a lutar por ti…

Quero-te conquistar…deixas?

Beijo…”

Desta vez...


(Desta vez e sem Heterónimos assino este “post it”… talvez queira dizer alguma coisa… ou não!)

Já vivi uma história assim!



És a minha lua... sabes disso... não sabes?

Em bom português... eu explico.


Gostar, infinitivo da primeira conjugação... “Gosto”, primeira pessoa...”Eu gosto”... Gosto no presente do indicativo, porque ele é... E por ser assim, tanto como é, modifico-o sintacticamente e adiciono um advérbio, muito... “Eu gosto muito”... E gostar é verbo transitivo, gosta-se de alguém... Pelo que preciso duma preposição para dize-lo, preciso de um de... “Eu gosto muito de”... Mas, ainda falta... E faltará tudo, se faltas tu... Que és corpo deste gostar, pensamento deste que gosta... Recorro, então e por fim, a um pronome pessoal oblíquo para que o saibas, ti... Ansiando um dia roubar o tempo ao verbo, digo-te que... “Eu gosto muito de ti”... Mas… mas o que eu quero mesmo dizer é: “Eu ainda te amo como nunca amei ninguém” e isso não consigo explicar!

Há fins de semana assim...


Estes são os meus 15 direitos!

1.Eu tenho o direito de sonhar.
2.Eu tenho o direito a mudar de opinião.
3.Eu tenho o direito de cometer erros e de não ser perfeito.
4.Eu tenho o direito de seguir os meus valores e crenças.
5.Eu tenho o direito de não me sentir responsável pelas acções, sentimentos ou comportamentos dos outros.
6.Eu tenho o direito de esperar honestidade dos outros.
7.Eu tenho o direito de estar zangado com alguém que eu amo.
8.Eu tenho o direito a ser eu próprio e a ser único.
9.Eu tenho o direito de expressar medo.
10.Eu tenho o direito de dizer : “Eu não sei”.
11.Eu tenho o direito de estar de mau humor.
12.Eu tenho direito a fazer amigos e a sentir-me confortável quando estou com os outros.
13.Eu tenho o direito de deixar de mostrar amizade para com aqueles que me magoaram e que continuam a provar que nunca foram meus amigos.
14.Eu tenho o direito de ser tratado com dignidade e respeito.
15.Eu tenho o direito de amar e principalmente de ser feliz.

Não te esqueci...!


És tudo o que não é meu…

Cada momento que penso
Cada frase que escrevo
Cada palavra que digo
Cada dor que tenho
Tem um simples significado … Tu!
Embora não pareça
Embora não o demonstre
Embora não queira acreditar
Embora não te diga neste momento
Nunca deixei de te amar!
Tenho saudades de estar contigo.
Tenho saudades dos momentos que passámos,
Tão juntos…
Tenho saudades de te sentir.
Tenho saudades de tudo isto
e tão principalmente.. do teu Ser!
Ser esse que me causa...
Amor, Pecado, Saudade,
e pensamentos tão estranhos!
Cada momento que penso...
Tem um simples significado…Tu!
Tudo isto que aprendi
foi o que de ti conheci
Pelo meu caminhar...
Pelo triste acabar…
E para dizer a verdade
tenho a vontade
de um dia cá voltar...
És o passado que não queria…
És a dor porque desespero…
És tudo o que não é meu.
És paixão que desatina…
És a água cristalina...
que molha o meu sentimento.
Pedia-te mais um momento
para poder entender...
…mas sei que não te resistia.
Só a ti me mostrei
o que mais ninguém viu de mim...
E agora fico assim
à espera do fim.
Serás minha nas lembranças.
Enquanto espero…
eu morro no pouco que me dás.
És tudo o que não é meu… }I{

As cores mudaram...



Novos ventos se aproximam…

…novos caminhos de avizinham…

…novas estradas se deparam…

…porque as esperanças acabaram …

Mais uma vez… mais uma mudança…

…mais uma esperança.

Passo a vida em busca de algo…

…embora saiba do que é precisamente…

mas está tão difícil de encontrar…

…está difícil de parar…

…mas não desisto facilmente.

Já pensei ter encontrado…

…já sonhei acordado…

…já estive quase lá…

…mas quando penso é desta…

…e já só penso na festa…

…dou por mim com tudo acabado…

Vou me por de novo à estrada…

…para onde ela me levará?

Observo calado…

…ao tempo parado…

…mas vou com vontade…

…com vontade de encontrar…

…essa felicidade…

…que já senti…

…mas para dizer a verdade...

…vou ter saudade…

…do que sinto por ti.

As cores mudam…mas os sentimentos ficam. }i{

Às vezes...

Às vezes...

Quando o desejo nos impele...

Amar é espontâneo...

Mas muitas vezes significa escolher...

Escolher amar...

Caso contrário...

O amor não passaria de emoção...

De superficialidade...

Ou até de egoísmo...

E não aquilo que é na sua essência profunda:

Perder e nunca mais nos encontrar!

Essa é a essência quando se ama...

E eu amo...

Mais vale a certeza de estar a amar

a saber que nunca se amou. }i{

Musica que não passa de moda

Heartbreaks and promises
I've had more than my share
I'm tired of giving my love
And getting nowhere, nowhere

What I need is somebody
Who really cares
I really need a lover,
A lover that wants to be there

It's been so long since I
Touched a wanting hand
I can't put my love on the line,
That I hope you'll understand

So baby if you want me
You've got to show me love
Words are so easy to say, oh ah yeah
You've got to show me love

I'm tired of getting caught up
In those one night affairs
What I really need is somebody
Who will always be there

Don't you promise me the world,
All that I've already heard
This time around for me baby,
Actions speak louder than words

So if you're looking for devotion, talk to me
Come with your heart in your hands
Because my love is guaranteed

So baby if you want me
You've got to show me love
Words are so easy to say, oh ah yeah
You've got to show me love

Show me, show me baby
You've got to give it to me,
Give it to me, give it to me yeah
I don't want no fakes, don't want no phony
I need you love

Show me, show me, show me baby
Give it to me, give it to me
I am not a toy, I'm not a play thing
You've got to understand

If you're looking for devotion,
Talk to me
Come with your heart in your hands
Because me love is guaranteed...

Yeah yeah yeah yeah yeah!

Robin S (1993)

Ouvi esta musica pela 1ª vez numa discoteca em que era frequentador assíduo… a saudosa “Alcantara-Mar”…

…o que me espanta (ou não) é que 15 anos… 15 anos depois ainda seja das músicas mais tocadas em todas essas “noites” e toda a parte do mundo.

Todos os anos (estima-se) são editados cerca de 38 remix’s… é obra!

Uma música que me ficou no ouvido desde sempre e que eu passava (nos meus tempos de D.J.) sempre que me pediam para dar uma mãozinha no “Coconuts”…

A letra nem se fala… para mim e mais do que nunca está actual… muito actual (lol)

É bom quando se faz alguma coisa de qualidade… e é de facto a música da minha vida!

Aqui fica algumas das versões mais populares... e veja se consegue não dançar... (lol)



Saudades de um velho amigo.

"Os cães não precisam

de carros luxuosos...

de casas grandes

ou de roupas chiques...

Água e alimentos

já são o bastante.

Um cão não liga

se você é rico ou pobre.

Esperto ou não.

Inteligente ou não.

Dê o seu coração

e ele dará o dele.

De quantas pessoas

podemos dizer o mesmo?

Quantas pessoas o fazem

sentir-se raro, puro e especial?

Quantas pessoas o fazem sentir... extraordinário?"

(Marley and me)

Hoje vi um cão... tal e qual como um que tive à muitos anos... da mesma raça... com o mesmo tom de pêlo... com o mesmo temperamento endiabrado... com o mesmo olhar... e com o mesmo nome.

O mais estranho... é que... no meio de tanta gente ele veio ter comigo... mesmo com a dona a chamar por ele.

É engraçado... mas tive quase a certeza que ele me conhecia.

Depois de várias festas e lambidelas, lá foi ele ter com a dona... mas não sem olhar para trás e soltar um ladrar para mim.

Tive quase a certeza que eras tu..."King"

"Gosto de te ver sorrir!"

Passo-te as mãos no rosto

com os meus dedos ávidos de trajectos

num gesto de ternura intemporal.

Os teus olhos de perguntar encontram os meus

desenhando-lhes lentos compassos de espera,

demoradamente lentos e profundos.

Devolvo o medo inquieto de que me saibas,

como se fosse possível impedi-los de te beijar

com a fúria de quem ama.

O teu cheiro entra no meu corpo,

instala-se, entranha-se

e molesta as lembranças

de ternuras trocadas.

Os meus dedos enrolarem-se nas palavras

dolorosas do teu silêncio.

Os meus lábios, sedentos de desejos

da comunhão do sentir,

beijam-te baixinho,

para que oiças a ternura límpida

do meu aceitar.

Solto-me de mim, para livremente

me depositar nas tua alma e no

teu corpo.

Oiço te dizer:

"Gosto de te ver sorrir!"

e em tons de desejo murmuro:

"É teu... e só teu!"

Acordo convencido da tua presença ausente.

Tudo isto em sonhos... eu sei.

Acordo banhado em saudade...

faço-me à vida com o coração apertado.

E no meu olhar...

..no meu olhar levo a entrega da ternura

e a incerteza do amanhã!

Eu sei que não posso passar o tempo

contigo em mim...

Mas é tão difícil esquecer a magia que houve

... em nós... perdão... em mim! }i{

Jogo do "Rato" e do "Gato"


..."há ratos muito inteligentes"...mas um dia tinha que te apanhar!... Catch you!!! Miau...

Tardou… mas apanhei-te!

Já faz algum tempo que entrei “num jogo”… tipo (gato e rato). Ora eu neste jogo era o “Gato”… e outro alguém era o “Rato”.

Confesso que durou mais tempo do que eu pensava mas eu sabia que um dia iria apanhar esse Rato.

Claro que para um Gato apanhar um Rato existe quatro hipóteses:

1* O Gato é mais rápido do que o Rato.

2* O Gato é mais ágil do que o Rato.

3* O Gato é mais esperto do que o Rato.

4* O Rato é mais estúpido do que o Gato.

Pois é…

Eu tentei ser “mais rápido do que o Rato”…não consegui!

Eu tentei ser “mais ágil do que o Rato”… também não consegui!

Eu bem tentei ser “mais esperto do que o Rato” … não o fui!

Mas… fui paciente… muito paciente… e o Rato foi “bem mais estúpido” do que eu pensei!

Não é que eu já me tinha esquecido dele e ele voltou a aparecer? Mas porquê?...

Só pode ser por falta de inteligência…

Foste apanhado!… tinhas estado sossegadinho… quietinho… mas não!

Gozaste… agora gozo eu! O que vou fazer contigo? Ahhh “Ratinho”?

Passou tanto tempo e tu foste cair logo agora que já tinhas o que querias…

Agora… vou eu “brincar “ contigo!!! Ahhh… tem sabor a …fruta!

Estás nas minhas mãos!

Recado dado! Miauuuuu...

Lembraste daquele nosso primeiro momento?



Eu não consigo deixar de pensar,
não consigo esquecer.
Tive medo de falhar,
tive medo de um não quer,
morria de medo me aproximar,
e medo de te perder.

Mas foi no primeiro beijo que te dei
que soube que era amor,
aconteceu  o que há muito desejei
deste-me um sorriso constante de cor
pois ao teu lado delirei
e um sorriso no teu rosto consegui compor.

Eu amei, nós desejámos 
Foram tempos onde sonhamos
e onde o prazer cultivamos.
 
Mas o mundo parou,
E tudo acabou.
Tudo se fechou.
Problemas apareceram 
mágoas surgiram
e o mundo desabou…

Eras a inspiração
e o bater meu coração.
Foste o meu sonho
parcialmente realizado,
o sonho acabado…
…mas não realizado.
 
Porque será que quando te vejo
os meus sentimentos renascem então
e vem de novo o desejo?
Porque é que eu ainda tenho ilusão
Se sei que já esqueceste tudo o que aconteceu?
Porque é que o meu coração ainda é teu? ]i{

Desenho-me


Com as tuas mãos desenho-me, na tua íris pinto-me de negro como bolas de cristal escurecidas de saudade. Nunca é tarde demais amar-te.

És o único e verdadeiro amor que afirmo ter sentido.

Impossível é não o sentir…Impossível é o esquecer.

Percorrer as águas do mar na calmaria da tempestade, sufocar as nostalgias sentidas nos momentos…em que me apercebo no negro da paisagem que me rodeia.

Explodem mil sentimentos, perde-se o bom senso, perde-se o brilho, perde-se a luz.

Nada vibra, nada seduz, nada…apenas nada.

Arco-íris sem cor submergem, são latitudes contrárias à emoção que se desencadeiam no meu sangue.

Atormenta-me ver-te e não te ter…ouvir a tua voz sem que estejas presente…

Profiro palavras que cada vez menos chegam até à alma, e apenas ouço o teu silêncio.

Persigo o barco saído da barra num domingo triste, onde seguiste a bordo...

Recordo-me de te ter colocado o teu vestido de aromas, de te ter carregado, de te ter cuidado, de te ter adormecido…

Não sei voar, mas para estar contigo seria o rei do céu, mergulharia nas nuvens do passado e esqueceria o mundo.

Abraçar-te-ia com a ternura de um novo vento menos agreste…mais suave.

Pego na caneta e na folha branca de papel, escrevo palavras de néctar que as borboletas carregam e que sabem letra por letra a dimensão do pólen que tenho para ti. Impossível é a terra nascer das estrelas e as estrelas terem raízes nas profundezas da terra.

Amar-te, querer-te, olhar-te, abraçar-te, beijar-te… não é pesadelo…é sonho…é vontade…é desejo!

A felicidade é um caminho...

A tristeza a falta de esperança...

Atravesso um remoinho e nos versos da bonança... escrevo sobre a nossa eterna cumplicidade. }i{

Rosa sem cor




Escritas tardias...

Um dia escrevi palavras de amor que nem imaginas, e que as desperdiças ao pensar que não são escritas pelo meu coração que ainda é teu. Se te chegou às mãos a carta do meu olhar, sabes bem o quanto te amo da mesma forma como sempre amei. Sempre disse, sempre repeti vezes sem conta... talvez um dia percebas que não há outro lugar para o meu amor senão o teu corpo, a tua alma, o teu ser. Porque te pertenço, porque sou teu mesmo que não queiras, porque não quereria ser de mais ninguém, porque a felicidade só vem com a tua voz. Porque eu nasço de ti e sobrevivo de ti. Respiro de ti, escrevo para ti, embalo as ondas do mar porque quero adormecer do teu lado. Agora compreendo aquele ardor nas entranhas, as lágrimas que vieram do meio do nada sem saber porquê. Estavas aqui tão perto, tão perto, e eu estava noutra terra e não te pude receber nos meus braços; devorando apenas os passos e o peso das dúvidas que carreguei às costas naquele dia tão triste, logo aquele em que precisavas de mim e eu nem estava onde sempre quis estar. Esquece-se tudo, esquece-se nada, pára-se no tempo... mas a infinidade do que sinto nunca terá uma metamorfose para outro espaço fora da tua alma. O mundo parece pequeno, mas porque tu és o meu mundo eu sigo o rasto do universo e tenho um caminho sem fim. Um luar que cresce, uma rosa negra em coloco pétalas vermelhas com a pureza das lágrimas do meu sangue, porque também ele te pertence. Porque nada nem ninguém jamais mudará a cor dos teus olhos no meu arco-íris, e só o Sol e a Lua sabem realmente que a eternidade no amor sempre existe, e que está dentro de mim, que te abraça todas as noites, que dorme contigo entre os lençóis, que fala contigo no desespero e na alegria mesmo não estando perto de ti e também que se comove com as palavras que não dizes e com a tua voz que não oiço... nada, nada tem conseguido fazer sentido sem ti. E que quando entenderes definitivamente o teu coração, conhecerás o verdadeiro esplendor da vida... O céu azul no teu sorriso transformar-se-á e tudo te ficará mais claro. A noite vem, o dia vem, descrevo no papel todos os sentimento que ainda tenho. Estou cansado, quero adormecer, sonhar, e acordar ao teu lado, podendo dar-te um beijo de bom dia e dizer-te da forma mais carinhosa que pudesses imaginar, sussurrando-te ao ouvido depois do toque dos lábios na tua pele, com a emoção própria de quem tem os olhos brilhantes de paixão, sem desvios, sem dúvidas, sem que ninguém pudesse perturbar, sim, sim, dizer-te que te amo profundamente... }i{

"Amiga"...


Hoje fiz uma visita a uma amiga de longa data…

…e o diálogo começou assim:

- Olá Paulo!

- Olá Maguie… estás boa?

- Estou… não se nota? Tu é que estás com um ar diferente… Há quanto tempo não…”coisas”?

- Porquê? Nota-se assim tanto?

- Nota-se! Que desperdício…!

(É claro que eu estive mesmo para lhe pedir para me dar um “outro ar”… mas não foi necessário!...  : )  …vim com outro ar…diz ela…  ; )... ela lá sabe!)

Ver-te ao longe...


Vi-te ao longe. Mas tu não me viste.
Vi-te a caminhar na minha direcção sem dares conta que ali estava. Ao aproximares-te, cresceu aquele arrepio, fiquei paralisado, não consegui pensar…não consegui me mexer. Aproximaste mais um pouco. Muitas imagens passam-me pela cabeça. Aquela vontade de te ter…de te abraçar…de te beijar…aquela vontade de te falar. Aquela vontade de ficar a olhar para ti. Aquela vontade de querer e não poder.
Vagueio pela rua, sozinho. Apenas com um único pensamento: Tu!

Ficaste, marcaste o teu lugar no meu coração sem saberes e permaneceste. Permaneces em silêncio. E eu, apenas eu. Sozinho por aqui.

Chegaste…e olhaste para mim. Cruzamos os olhares. É agora! Chegou a altura de te confrontar… de te dizer que ainda não te esqueci…
Não! Não consigo! Cumprimentas-me e eu desisto. Estás tão perto…perco a coragem. Tenho aquele medo de cair…aquela ânsia de querer e perder. Desisti de novo. Fui embora. Não consegui olhar para trás. Porque sei que ainda lá estavas. Tão perto mas tão distante…
Cada momento que lembro…cada pensamento que penso…cada imagem que revejo…és tu que lá estás.
Continuavas a olhar. Porque estou calado? A fugir de um sentimento que sei que existe? Virei as costas a quem não esqueci… e caminhei…
Parei… pensei… e dei meia volta… fui ao teu encontro… olhei-te nos olhos mas nada te disse… não precisava… está bem explicito no meu olhar… mas desisti… não consegui…

Caminhei para longe e afastei-me…mas levei-te comigo…em pensamento…

Sou eu. És tu. Talvez um dia seremos nós…de novo… mas noutra vida… noutros corpos… noutras paragens… não aqui… porque aqui sofri demais.

(Alguns textos que coloco nos "posts" podem não reflectir o meu estado emocional, sentimental ou outro na altura da publicação, este é um bom exemplo)

Atrás deste sorriso... ainda teu!

"Grito em silêncio

atrás do sorriso que esconde

verdadeiros sentimentos,

que carrego (in)conformado,

sem direito a opção,

tendo a solidão

como única companheira,

nas noites sem fim,

de horas vazias!

Sem entender o porquê,

pergunto sem hesitações

Se amei sem proporções,

porque tenho que viver assim?...

Onde foi que eu errei?

Para mim, ficou o nada!

Foste sem querer saber

da minha alma magoada.

Só, num leito vazio,

vou amargando

a tristeza, a saudade

que sinto de ti...

Condenado, sem escolhas!

Do Poeta sem inspiração

sou folha em branco,

sem ideias, sem estima,

sem palavras, sem rima,

sem poesia...

Quero gritar,

dizer que os versos estão

no acreditar em ti,

mas nem mesmo isso

eu consigo!

Desmedida é a desilusão,

na medida da dor,

que me consome a alma,

que vive sem cor,

que vive sem razão,

hoje, sem amanhã!

Vivendo por viver,

caminho rumo ao amanhecer,

sabendo de antemão

que nada vai mudar;

que os dias

serão iguais às noites!

Que a espera

não terá recompensa.

Foste para não voltar

e eu sofro, calo e choro.

Enfim!...

Nesta vida dolorida,

espero pelo dia

de encenar o último acto;

então, as cortinas cerrar-se-ão!

O teatro ficará vazio,

as vozes se calarão!

De tudo restará, apenas

o silêncio...

que é escuro como breu

...sim, esse silêncio que vivo

atrás deste sorriso

que ainda é teu!"



Hoje, 20 de Março é o Dia do Blogueiro! Recebi mais um "galhardete" da dona do fabuloso blogue "Espelho meu, reflexo nosso"...um dos meus blogues favoritos e por quem criei uma amizade que irá durar muitos...muitos anos!

A todos os blogueiros, seguidores, companheiros de escrita e destas andanças repasso este selo... ele também vos pertence!

Estás aí?


Se estiveres aí,
deixa-me ouvir a tua voz…
deixa-me ver o teu olhar…
Se estiveres aí,
deixa-me sentir o teu cheiro,
deixa-me sentir o teu tocar.
Se estiveres aí,
deixa-me sentir que estás…
Não sejas apenas lembranças…
sê mais, muito mais.
Ou então vai…
Deixa-me aqui ficar…
Onde um dia me encontraste…
Fico contigo no coração…
Fico contigo na recordação…
Ficarei então… na mesma solidão,
que um dia me deixaste…
Esta é a tortura da paixão.
Mas quero voltar a respirar o teu ar
e não quero ver-te partir.
Quero voltar ter esse teu olhar…
Quero ter de novo vontade sorrir. }i{

Mas que geração é esta?

Hoje, dia do Pai… pergunto-me:

Mas que raio de geração é esta?

Alguém me consegue responder?

Bom… eu tinha as minhas “modas” na altura…usar um “all star” de cada cor… usar umas ligaduras coloridas todas enroladinhas ao pescoço e coisas assim… mas isto é demais.

Podia sugerir usarem os “boxers” por cima das calças… era bem mais fácil… enfim…

Eu sei que a minha geração tinha o nome de “Geração rasca”!... mas e esta?

Diogo… queres dar uma prenda ao Pai?... Esta é a melhor prenda que me podes dar: Nunca me entres em casa nestes modos… por favor!

Continuas a ser o melhor filho do Mundo! És tudo para mim!!!

2000 visitas... já?

Domingo...

Sigo o som das ondas do mar,
caminho deambulando até à praia;
descalço-me e pouso os pés na areia molhada.
Aproximo-me da água
 e sinto a espuma bater nos meus tornozelos
submersos em ansiedade.
Sei que as lágrimas que choro
são cruéis como o vazio do horizonte
que se despenha nos gélidos abismos
à deriva como barco sem rumo.
As espumas da incerteza começam aqui.
Onde o mar me prende, fico.
Onde o mar me atormenta, parto
e viajo nas lembranças e recordações de ti.
Porém, tento desligar
o interruptor da tua presença
e tento abstrair-me da solidão
em que me encontro.
Coloco as mãos em concha, apanho a espuma,
respiro a maresia e toco com os lábios.
Tão certo como previsível,
ela faz-me suspirar de saudade!
Talvez…
talvez a espuma apague este sentimento
que teima em ficar entranhado em mim…
Fico horas a contemplar o bater do mar
nas rochas que me fazem lembrar o teu rosto.
Cai a noite para ambos
e eu fico na sombra
onde não chegam as estrelas.
No mundo das tuas recordações
feito de segundos,
passo horas a escrever-te
coisas que não consegues decifrar.
Assim, mesmo nós viajando por caminhos diferentes,
a alma será a mesma,
a estrada que vai do fim da terra ao princípio do mar
terá o mesmo elo de ligação
e o sentimento que existiu,
esse que agora tem o nome de saudade.

Falar do benfica...


"Sou Benfiquista... e não sou muito de falar de futebol... mas desta vez rebentei..!

Das duas, uma:

Ou aqueles senhores vestidos de vermelho que andam no meio das quatro linhas são treinados para jogarem mesmo muito mal... ou não vale a pena insistir em treinos porque não sabem mesmo (tipo doença genética) jogar à bola!"

Procuro-te...

...coração que arde!


Tenho-te nos meus sonhos…

Deixo-me embalar em intermináveis momentos vividos,

que ficaram tatuados nos nossos corpos…

Lembranças e sonhos que ficaram

dos quais não quero acordar.

Sinto a brisa da manhã,

a percorrer, lentamente, a minha pele

que ainda tem o teu cheio,

o teu toque, a tua carícia,

que me abraça e que me arrepia,

que desliza como néctar de luxúrias quentes,

como o eterno beijo que me prende,

hipnotiza e que ainda me faz vibrar...

Tudo o que há em mim,

são explosões titânicas de lembranças

dos nossos corpos juntos...

Conquistas-me com as lembranças que ficaram,

e que fazem percorrer na imensidão

do meu coração ferido e ainda teu.

Lembro aqueles olhares que se trocaram,

e que emanaram brilhos de um amor perigoso.

Viajei no teu corpo e me perdi...

Fluidos se soltaram e que geram candelabros de fogo...

Metas de êxtase, feitas de respirações ofegantes,

Gestos, carícias, olhares e toques de plena magia.

O teu corpo foi espaço que me albergou e me deu prazer

e ainda dá mas só em recordações.

Abraços intermináveis em lençóis de algodão,

corpos colados que se encontraram e fizeram-me acreditar.

Sinto uma esperança cega, transporto como herança,

nesta aurora que lentamente desperta e que

 é testemunha que ainda bate um coração que sorri

 sempre que a tua imagem é relembrada.

Cadências aceleradas, soltas por impulsos de desejos secretos.

Continuo à procura, incessante, de ser feliz.

Evito este amargo acordar,

nesta realidade que transpira saudade...

Olho em meu redor e só restaram as lembranças...

do primeiro beijo...

do primeiro toque...

da primeira noite e da ultima.

 Acabou...

da mesma forma que tudo começou...

Talvez fosse melhor...

Esquecer de vez...

O que eu senti quando te vi...

o que percebi quando te senti…

…mas o coração não o permite.

Ele sussurra-me:

“Não quero esquecer quem amei, da maneira como amei…

…da maneira como ainda amo…”

Como irei contradizer o que me dá

a alegria de estar vivo e sonhar?

Como irei contradizer quem alberga aqueles

de quem eu gosto? Daqueles que me ajudam?

Como irei contradizer ou exigir que ele se cale?

Não posso… só me resta sussurrar-lhe também:

“Um dia seremos felizes… um dia irei encontrar quem

nos ame tal como nós já amámos!”

Mas eu sei… mais do que o meu desejo…

é o meu coração que arde!

Anseio-te

Anseio partilhar-me suavemente

nos ecos eficazes das minhas lembranças.

Enches-me a mente com a tua imagem

e embalas-me.

E ao cair à porta dos teus lábios

amparas-me nos teus braços

e fazes a razão da minha existência..

...que é desejá-los que nem

instintos atónitos em alucinação!

E na expressividade desequilibrada

irei em busca da harmonia.

Porque a vida é isto, sabias?

O desequilibro, a vontade e a saudade!

O martírio das almas cansadas

já gastas e usadas...

...e sonho que tinjas de vermelho

o objecto de todos os meus desejos!

Consola-me acima deste desconsolo

como se o amanhã não viesse jamais...

Olha-me, abraça-me, consola-me e despoja-me das amarras banais,

onde me absorvo